NATAL TALIAN


Entidades filiada à FEIBEMO:
Associação Coral Italiano Aurora
Associação Italiana Cento Lire (Associações de Lages a Seara)

APRESENTAM:
NATAL “TALIAN”


Como Enfeitar a Árvore

Sempre de cima para baixo, respeitando as forças descendentes do Espírito Divino que vêm nos abençoar aqui no plano físico.

No Topo da Árvore

Fixe uma estrela dourada, esta representa nossa Estrela Interior que anseia nos guiar na peregrinação da vida, é o nosso Espírito Divino que precisa nascer em nossa Consciência (o topo de nossa Alma é a Consciência). Porém, NUNCA coloque a estrela de ponta cabeça, se esta for de cinco pontas.

Os Enfeites

Os enfeites alegorizam virtudes, poderes e forças espirituais que devem triunfar dentro de nós, e também dentro da casa onde está a árvore. Vejamos os principais enfeires-símbolos:

Os Três Sininhos

Simbolizam a Santíssima Trindade, as três Forças Primárias do Cosmos;

Os Sete Anjinhos

Representam os 7 Espíritos Angélicos Santificados que estão diante de Deus intercedendo por todos nós;

As Doze Bolas

Podem ser mais, obviamente, mas as maiores devem ser ao todo 12 e este número representa as 12 Leis Crísticas, os 12 Salvadores e os 12 Cavaleiros da Távola Redonda, que nos protegem de todo o mal para algum dia encontrarmos as 12 Verdades de Cristo.

As Sete Bengalinhas

Simbolizam as 7 Kundalinis que devemos trabalhar para algum dia encarnarmos nossos Poderem que Divinizam;

Os Enfeites

Ao pé da Árvore, representam todas as virtudes que queremos alcançar em nossa vida espiritual; podem ser pequenas caixinhas, elas representam essas virtudes e podem ser de cores variadas.
 


PRESÉPIO

    O presépio é uma referência cristã que remete para o nascimento de Jesus na gruta de Belém, na companhia de José e Maria. Conta a Bíblia que, depois de muito tempo à procura de um lugar para albergar o casal, que se encontrava em viagem por motivo de recenseamento de toda a Galileia, José e Maria tiveram que pernoitar numa gruta ou cabana nas imediações de Belém. De acordo com a mesma fonte, Jesus nasceu numa manjedoura destinada a animais (no presépio, uma vaca e um burro) e foi reconhecido, no momento do nascimento, por pastores da região, avisados por um anjo, e, dias mais tarde, por magos (ou reis) vindos do oriente, guiados por uma estrela, que teriam oferecido ouro, incenso e mirra ao recém-nascido.Segundo a história, estes acontecimentos ocorreram no tempo do rei Herodes, que teria mandado matar todas as crianças por medo de perder o seu trono para o futuro rei dos judeus.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

     


Costumes dos imigrantes italianos

    Reunir a família em volta do presépio com a reza do terço. Na véspera, dia 24, à noite, após a reza do terço era costume das crianças prepararem um prato com bolachas caseiras típicas de Natal e um pouco de feno ou grãos de milho. As bolachas eram especialmente produzidas e enfeitadas para o Natal. O Menino Jesus vinha de muito longe trazer presentes e por isso estaria com fome e o feno ou grãos de milho para o burrinho que puxa o carrinho com presentes. No dia seguinte, Natal, as crianças levantavam bem cedo para receber os presentes depositados nos respectivos pratos. Muita alegria e uma verdadeira festa! A ceia era uma janta normal como de costume mas o almoço de Natal sempre abundante e caprichado especialmente preparado para a ocasião.

I tosatéi e tosatele i dovea pregare e non fare dispeti perche, senó, il Bambin Gesú non portea mia presenti e si na bruta steca par via de i sui genitori doperarla quando no i se fea rispetar.


As peças do presépio

Menino Jesus: É o filho de Deus. Foi o escolhido para ser o salvador do povo.

Maria: É a mãe do filho de Deus. Do seu ventre, nasceu Jesus Cristo.

José: É o pai "adotivo" do menino Jesus, segundo o padre Anderson Gomes.

Curral: É o local simbolizado pelo presépio. Era onde se guardavam o gado, o curral. Por isso, no presépio, Jesus fica sobre as palhas, em uma manjedoura.

Manjedoura: É um lugar de aconchego onde Jesus ficou quando nasceu. É como se fosse o berço de Jesus.

O burro e o boi: Os animais representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu. "Jesus não nasceu em palácios, nem em lugares luxuosos, mas sim em meio aos animais".

Anjos: Os anjos anunciam a chegada do filho de Deus aos pastores. Eles sabem que nasceu o salvador

Pastores: Os pastores são homens do campo, que simbolizam a simplicidade do povo, já que Deus acolhe todos, sem se importar com sua condição social

Estrela: A estrela de Belém é aquela que se coloca no alto da árvore. Foi ela que guiou os três Reis Magos quando Jesus Cristo nasceu.

Reis Magos: Os três Reis Magos - Melquior, Baltazar e Gaspar eram  considerados sábios. Eles estavam no local onde Jesus nasceu. Eles vieram do Oriente conduzidos pela estrela. Chegaram à cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes: mirra, ouro e incenso. O padre explica que o ouro representava a realeza, a mirra era símbolo da paixão e o incenso significava a oração.


Tannenbaum – A Árvore de Natal

    Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero, autor da Reforma protestante do século XVI. Ele montou um pinheiro enfeitado com velas em sua casa. Queria, assim, mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo. É considerada a verdadeira alma do Natal. Há muito, acredita-se mesmo que Martinho Lutero deu início à tradição, quando, em uma noite de véspera de Natal, trouxe uma sempre-viva para o berçário de sua filha, para que ela pudesse desfrutar da natureza sem sair à rua, por causa do inverno rigoroso. A primeira aparição de um Tannenbaum (termo em alemão para o pinheiro de Natal) foi registrada na Alemanha muito após a morte de Lutero. Em 1605, na cidade de Estrasburgo, atualmente na França, um cronista escreveu: “Em tempo de Natal, eles colocam pinheiros em suas casas”. Mas o mais provável é que o costume seja de 1550, época em que as primeiras canções referindo-se aos pinheiros de Natal já circulavam.

    Muito antes da Era Cristã, era costume, no Norte da Europa, afastar os maus espíritos das árvores para que mesmo no inverno elas permanecessem verdes. Os ramos das coníferas eram ainda símbolo da esperança de regressarem à primavera e ao verão estações em que o Sol daria nova força ao homem e à natureza.

    Quando São Vilfrido (634-710), monge anglo-saxão, começou a pregar o Cristianismo na Europa Central, encontrou crenças pagãs arraigadas entre esses povos, uma das quais a do espírito que habitava no carvalho. Para destruí-la, resolveu cortar um velho carvalho existente em frente à sua pequena igreja... Segundo a lenda, nesse momento irrompeu o pinheirinho existente na Europa, passou a ser colocada junto ao presépio como símbolo cristão, pois Jesus é o tronco e nós somos os ramos; Jesus é a Árvore da Vida e dela é que colhemos os frutos da vida eterna.

    No decorrer dos tempos as árvores foram sendo enfeitadas com mechas de algodão (lembrando neve), iluminadas para significar que Jesus é Vida e Luz do mundo e cada vez mais enfeitadas. Hoje, ela é um dos símbolos mais expressivos do Natal, com suas bolas coloridas e luzes multicolores, como sendo estes frutos por ela produzidos. São os frutos das nossas boas ações e seus variados tamanhos indicam as medidas de nossa generosidade e caridade.
Colocadas nos lugares mais nobres das igrejas, capelas, lares, escritórios e lojas, representam a alegria e a fé que renasce a cada ano no coração dos homens, guiados por Jesus, esperança, vida e salvação!


A origem do Presépio

    Presépio (em hebraico ebus e urvã; em latim, praesepium) significa em hebraico “a manjedoura dos animais” mas a palavra é usada com freqüência para indicar o próprio estábulo.

    O Presépio talvez seja a mais antiga forma de caracterização do Natal. Sabe-se que foi São Francisco de Assis, na cidade italiana de Greccio, em 1223, o primeiro a usar a manjedoura com figuras esculpidas formando um presépio, tal qual o conhecemos hoje.

    A idéia surgiu enquanto o santo lia, numa de suas longas noites dedicadas à oração, um trecho de São Lucas que lembrava o nascimento de Cristo.Resolveu então montá-lo em tamanho natural numa gruta de sua cidade. O que restou desse presépio encontra-se atualmente na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.

    Segundo o evangelista Lucas, Jesus ao nascer foi reclinado em um presépio que provavelmente seria uma manjedoura, como as muitas que existiam nas grutas naturais da Palestina, utilizadas para recolher animais. Já São Jerônimo diz que o presépio de Jesus era feito de barro aproveitando-se uma saliência da rocha e adaptando-a para tal finalidade. Esta é, sem dúvida, a versão mais aceita.

    O milagre de São Francisco - O presépio de São Francisco incluía uma manjedoura, acima da qual foi improvisado um altar. Nesse cenário ocorreu a missa da meia-noite, na qual o próprio santo com a vestimenta de diácono cantou solenemente o Evangelho juntamente com o povo simples e pronunciou um comovente sermão sobre o nascimento do Menino Jesus.

    Conta-se que naquela noite especial, enquanto o santo proferia as palavras do Evangelho sobre o nascimento do Menino Jesus, todos os presentes puderam ver uma criança em seu colo envolvida num halo de luz. A cena foi narrada em 1229 por Tommaso de Celano, biógrafo de São Francisco de Assis, na Vita Prima.

    Passados mais de trinta anos São Boaventura também descreveu a mesma cena e, depois deles, outros e outros autores, descrevendo em minúcias as figuras esculpidas do Menino, da Virgem e de São José.

    A partir de então, os presépios foram tornando-se cada vez mais populares e, além das figuras tradicionais do Menino Jesus deitado na manjedoura, Maria e José, acabaram incluindo uma enorme variedade de personagens, como os pastores, os Reis Magos, a estrela e os animais.


NATAL DAS FAMÍLIAS ITALIANAS NO SUL DO BRASIL
Aliduino Zanella

    Ricórdo che se fea su il Presépio com na piánta, quase sempre un pignarél, che se lo coerdea con fiochi di neve.Il Bambin Gesù se lo metea soto il pignarél con la Madona e São Francesco, insieme a piégore, vache e altre bestiolete. In te la côpa del pignarél si metea la stela. Coêla che gá anunssiá ai tré rè maghi.
I tosatéi e tosatéle i metea piati com mílio per il mul che tirea la caretina del Bambín magnar, e bolasse, próprie de Natal, al Bambín Gesù magnar quel vegnea da distante a portarghe i presenti e per cuêsto el gavea fame. Tuta la famêia insieme disseu su il rosário. Magari anche tute le note in quel tempo.
Questa è la zé la ricordassion che gò del Natale quando ero pícolo.


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